Antes de tudo, você precisa saber que:

Todo diagnóstico será gerado por Inteligência Artificial

Embora a Inteligência Artificial usada para gerar os diagnósticos siga critérios estruturados de análise sistêmica e inovação social, o resultado pode conter imprecisões decorrentes de lacunas ou ambiguidades nas informações disponibilizadas. Recomendamos portanto a leitura crítica e contextualizada a partir da perspectiva única da sua organização.

O diagnóstico não é uma recomendação; é reflexão

Nosso objetivo com esse material é apoiar sua iniciativa na reflexão sobre sua atuação, além de contribuir para uma infraestrutura de inteligência coletiva que ajude a conectar experiências e ampliar a capacidade do ecossistema de responder, de forma conjunta, aos desafios e oportunidades de um Brasil de vidas mais longas.

Como treinamos a IA que fará o seu diagnóstico?

Critérios Globais Ashoka

A Ashoka seleciona empreendedores sociais ao redor do mundo com base em cinco critérios que ajudam a identificar ideias com potencial de transformação sistêmica: nova ideia, criatividade, qualidade empreendedora, impacto social da ideia e fibra ética. A IA treinada para produzir os diagnósticos do Mapeamento do Ecossistema de Inovação Social em Longevidade 2026 utiliza esse framework como inspiração para análise das organizações mapeadas. Para este exercício, foram priorizados os aspectos mais aplicáveis ao contexto organizacional, especialmente aqueles relacionados à capacidade de gerar mudanças estruturais, influenciar ecossistemas e ampliar impactos ao longo do tempo.

Critérios em Nova Longevidade

No campo da Nova Longevidade, esses cinco critérios da Ashoka ganham uma camada adicional de leitura. Mais do que responder aos desafios do envelhecimento, iniciativas alinhadas a esse paradigma contribuem para superar a visão da idade associada ao declínio e à dependência, fortalecendo uma perspectiva em que a contribuição ao longo da vida, a participação social, a autonomia e a colaboração entre gerações são amplamente reconhecidas e valorizadas. Nesse contexto, o diagnóstico considera parâmetros específicos capazes de identificar inovações sociais que promovem mudanças sistêmicas em áreas como cuidado, trabalho, aprendizagem ao longo da vida, inclusão digital, saúde, convivência intergeracional e fortalecimento da agência das pessoas em todas as etapas da vida.

Por último, a IA também foi treinada a partir da arquitetura de transformação de Nova Longevidade, que compreende que mudanças duradouras acontecem quando diferentes dimensões da sociedade passam a operar sob uma nova lógica.

O diagnóstico observa como cada iniciativa contribui para transformações culturais, econômicas, políticas, legais, organizacionais, tecnológicas ou de mensuração, identificando de que forma altera comportamentos, incentivos, narrativas, estruturas e formas de tomada de decisão ao longo do tempo.

O que você vai encontrar no seu diagnóstico

1. Visão Geral
Apresenta uma visão geral da iniciativa: o que faz, quem beneficia, onde atua, qual sua forma como a iniciativa se organiza e opera e quais sinais iniciais de crescimento, alcance ou impacto já demonstra.
2. Contexto de Atuação
Explora o desafio principal enfrentado pela iniciativa, os fatores que ajudam a manter esse problema e as formas de pensar e agir na sociedade ou nas instituições que sustentam esse desafio a partir da perspectiva da Nova Longevidade.
3. Teoria da Mudança
Analisa qual transformação sistêmica a organização busca promover, quais estruturas sociais pretende alterar e como imagina um futuro em que sua visão esteja consolidada.
4. Inovação
Destaca os elementos centrais e diferenciais da solução, indicando onde reside sua inovação — seja em modelo, governança, articulação de atores, metodologia ou tecnologia — e como isso contribui para mudanças estruturais.
5. Aderência à Nova Longevidade
Relaciona a atuação da iniciativa aos temas centrais da Nova Longevidade, como trabalho, cuidado, saúde, conexão social, colaboração intergeracional, participação social, combate ao idadismo e novas narrativas. ​
6. Dimensão Sistêmica
Avalia como a iniciativa contribui para alterar dimensões estruturais do sistema — culturais, políticas, econômicas, legais, organizacionais, tecnológicas e de métricas — modificando normas, incentivos e comportamentos.
7. Oportunidades
Aponta potenciais caminhos de fortalecimento e desenvolvimento a partir da relação entre desafios enfrentados pela iniciativa e os recursos ou contribuições que ela já oferece ao ecossistema.
8. Replicação e Institucionalização
Reflete sobre o potencial da iniciativa para se expandir, influenciar práticas e consolidar mudanças duradouras em políticas, culturas organizacionais, redes ou modelos de atuação.
9. Sustentabilidade e Longo Prazo
Analisa fatores que podem favorecer ou limitar a sustentabilidade da organização ao longo do tempo, especialmente a partir de seu modelo de financiamento e capacidade de manter impacto sistêmico.
10. Para Refletir
Apresenta perguntas estratégicas e abertas para apoiar a organização na reflexão sobre próximos passos, amadurecimento institucional, impacto sistêmico e desafios da Nova Longevidade. ​

Diagnósticos serão enviados a partir de 30/06 por email

Quais dados consideramos no seu diagnóstico?​

Para seu diagnóstico, foram considerados os seguintes itens: respostas, áudios, vídeo (se submetido), links, redes sociais e websites informados por você quando do preenchimento do formulário padrão do mapeamento. A captação de dados e geração do diagnóstico por IA é feito pela plataforma Corre.Social.

O que vem a seguir?

Após a consolidação da análise de todas as iniciativas mapeadas, cada organização receberá sugestões de conexões estratégicas dentro do ecossistema. O objetivo é fortalecer possibilidades de colaboração, troca e construção conjunta entre atores que atuam em desafios, territórios ou frentes complementares.

O diagnóstico não expressa pontos de vista dos apoiadores do mapeamento.